Resenhas

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O conde de Monte Cristo
Alexandre Dumas
A história se passa no ano de 1815, em Marselha. O capitão da embarcação havia morrido e o dono do navio decidiu por Edmond Dantés como novo capitão, feliz pela promoção Edmond foi contar a seu a novidade e decidiu casar-se com sua noiva Mercedes. Mas, vítima de uma traição de seu “melhor amigo” Fernand, Danglars e Caderousse, com uma carta dizendo que ele era um informante do rei Napoleão, essa carta foi entregue a polícia e Edmond foi preso por traição.
Edmond foi levado ao Castelo de If, que era uma prisão construída numa ilha distante e impossível de sair de lá vivo, a cada um ano de prisão os prisioneiros eram surrados para lembra da data. Depois de um tempo aprisionado Edmond conhece Abade Faria um religioso que há anos vinha cavando um túnel para uma possível fuga, mas deu errado e acabou saindo na cela de Edmond. Os dois tornaram-se amigos e o abade Faria o ensinou a ler, escrever, fazer contas, etiqueta e fez com que Edmond descobrisse quem o tinha traído.
Passaram-se quinze anos e na escavação do túnel o abade morre e Edmond se coloca no lugar dele na hora de tirá-lo da cela, mas antes de morrer o abade deixou um mapa de um tesouro na ilha de Monte Cristo. Depois que conseguiu fugir Dantés encontra um navio pirata onde ficou por um tempo e fez amizades, com a ajuda de uma amigo que fez no navio ele vai em busca do tesouro, o encontra e usa toda a sua fortuna para se vingar dos traidores. O restinho da história só lendo para saber.

Eu achei esse livro muito legal, interessante e tem uma história atraente, que envolve o leitor e faz ter curiosidade até o final. Apesar de já ter um filme e por sinal muito antigo, não enjoa de ser lido ou assistido. Se gostar de livros que falam de vingança esse é um deles. E vingança, porém não é muito violento e já foi adaptado numa versão infanto-juvenil, ou seja, qualquer pessoa pode ler.