O conde de Monte
Cristo
A história se passa no ano de 1815, em
Marselha. O capitão da embarcação havia morrido e o dono do navio decidiu por
Edmond Dantés como novo capitão, feliz pela promoção Edmond foi contar a seu a
novidade e decidiu casar-se com sua noiva Mercedes. Mas, vítima de uma traição
de seu “melhor amigo” Fernand, Danglars e Caderousse, com uma carta dizendo que
ele era um informante do rei Napoleão, essa carta foi entregue a polícia e
Edmond foi preso por traição.
Edmond foi levado ao Castelo de If, que
era uma prisão construída numa ilha distante e impossível de sair de lá vivo, a
cada um ano de prisão os prisioneiros eram surrados para lembra da data. Depois
de um tempo aprisionado Edmond conhece Abade Faria um religioso que há anos
vinha cavando um túnel para uma possível fuga, mas deu errado e acabou saindo
na cela de Edmond. Os dois tornaram-se amigos e o abade Faria o ensinou a ler,
escrever, fazer contas, etiqueta e fez com que Edmond descobrisse quem o tinha
traído.
Passaram-se quinze anos e na escavação do
túnel o abade morre e Edmond se coloca no lugar dele na hora de tirá-lo da
cela, mas antes de morrer o abade deixou um mapa de um tesouro na ilha de Monte
Cristo. Depois que conseguiu fugir Dantés encontra um navio pirata onde ficou
por um tempo e fez amizades, com a ajuda de uma amigo que fez no navio ele vai
em busca do tesouro, o encontra e usa toda a sua fortuna para se vingar dos traidores.
O restinho da história só lendo para saber.
Eu achei esse livro muito legal,
interessante e tem uma história atraente, que envolve o leitor e faz ter
curiosidade até o final. Apesar de já ter um filme e por sinal muito antigo,
não enjoa de ser lido ou assistido. Se gostar de livros que falam de vingança
esse é um deles. E vingança, porém não é muito violento e já foi adaptado numa
versão infanto-juvenil, ou seja, qualquer pessoa pode ler.